Operações miram contratos com organizações sociais

As ações fazem parte das operações “Makot Mitzrayim” e “Rio Vermelho”, que investigam irregularidades em contratos firmados por organizações sociais com o poder público, especialmente na área da saúde.

Segundo as investigações, há indícios de:

Mandados foram cumpridos em vários estados

Ao todo, a Justiça autorizou o cumprimento de 50 mandados judiciais, sendo:

As ações ocorreram em Goiás, Distrito Federal, Tocantins, Maranhão e São Paulo, com foco principal em Goiânia e outras cidades ligadas aos contratos investigados.

Suspeita envolve recursos da pandemia

Uma das frentes da investigação apura possíveis irregularidades na gestão de recursos destinados ao enfrentamento da pandemia de Covid-19, especialmente em contratos relacionados a hospital de campanha administrado por organização social.

De acordo com a PF, há indícios de que contratos foram firmados com sobrepreço, permitindo o desvio de dinheiro público. Parte dos recursos teria sido usada para enriquecimento ilícito e até pagamento indevido a agentes públicos.

Esquema pode envolver rede de empresas

As investigações apontam que empresas contratadas podem ter atuado de forma coordenada, com vínculos entre si e com dirigentes das organizações sociais.

Esse modelo teria permitido:

Apurações começaram após auditorias

O caso teve início a partir de auditorias realizadas pela CGU, que identificaram indícios de irregularidades e acionaram a Polícia Federal para aprofundar as investigações.

Agora, os investigadores analisam documentos e materiais apreendidos para identificar todos os envolvidos e dimensionar o prejuízo aos cofres públicos.

Crimes investigados

Os suspeitos podem responder por diversos crimes, entre eles:

Investigações continuam

A Polícia Federal informou que as investigações seguem em andamento e novas fases da operação não estão descartadas.

Os nomes dos investigados ainda não foram divulgados oficialmente.

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