quarta-feira, 10 de junho de 2026
A defesa de Marco Willians Herbas Camacho afirmou que não existem provas consistentes ligando o líder do PCC aos fatos investigados na Operação Vernix.

Defesa de Marcola diz que não há provas contra líder do PCC na Operação Vernix

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Francisco Félix

Publicado em: 22/05/26 – 19:32

Defesa de Marcola diz que não há provas contra líder do PCC na Operação Vernix

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Publicado em: 22/05/2026
19:32
A defesa de Marco Willians Herbas Camacho afirmou que não existem provas consistentes ligando o líder do PCC aos fatos investigados na Operação Vernix.

A defesa de Marco Willians Herbas Camacho, conhecido como Marcola, emitiu um novo posicionamento sobre a Operação Vernix, deflagrada nesta quinta-feira (21), e afirmou que não existem provas consistentes que liguem o apontado líder do Primeiro Comando da Capital (PCC) aos fatos investigados.

Em nota, o advogado Bruno Ferullo Rita declarou que a inclusão de Marcola na operação ocorreu “única e exclusivamente” devido a um suposto apelido atribuído de forma equivocada em conversas interceptadas durante as investigações.

Segundo a defesa, o codinome “Narigudo” teria sido utilizado por outros investigados para se referir ao homem apontado como chefe da facção criminosa.

“Ocorreu única e exclusivamente de um suposto vulgo que lhe foi atribuído de forma equivocada em conversas de terceiros. Inexiste, portanto, qualquer elemento probatório consistente que vincule Marco Willians Herbas Camacho aos fatos investigados”, afirmou a defesa.

Os advogados também sustentam que a inocência do cliente será demonstrada ao longo do processo judicial, por meio do exercício do contraditório e da ampla defesa.

A defesa informou ainda que permanece à disposição das autoridades e da imprensa para prestar esclarecimentos.

Conforme divulgado anteriormente pelo portal Metrópoles, a Operação Vernix teve origem em investigações iniciadas em 2019, após policiais penais apreenderem bilhetes com detentos da Penitenciária II de Presidente Venceslau, em São Paulo.

Os recados continham informações relacionadas à estrutura interna do PCC, atuação de lideranças da facção e possíveis ataques contra agentes públicos.

As investigações também levaram a uma transportadora em Presidente Venceslau, posteriormente reconhecida judicialmente como instrumento utilizado para lavagem de dinheiro do crime organizado.

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