A espera acabou para as famílias e crianças da capital goiana. O Parque Mutirama, um dos mais tradicionais símbolos de lazer e entretenimento de Goiânia, reabre seus portões ao público nesta sexta-feira, 17 de julho. O complexo de diversões volta a funcionar após um hiato de 16 meses em que permaneceu de portas fechadas, um período necessário, segundo a administração municipal, para a realização de vistorias rigorosas, manutenções preventivas e revitalização dos brinquedos.

A retomada das atividades coincide com o pico das férias escolares de julho, prometendo devolver à cidade uma opção de passeio acessível e repleta de nostalgia para os goianienses e turistas.

Manutenção rigorosa e foco na segurança

A interrupção prolongada das atividades no Mutirama foi motivada por um compromisso inegociável com a segurança física dos usuários. Durante os 16 meses de paralisação, o parque passou por um pente-fino estrutural.

Equipes de engenharia e órgãos de fiscalização realizaram:

A liberação para o funcionamento ocorreu apenas após a emissão de todos os laudos técnicos necessários pelo Corpo de Bombeiros e pelo Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (Crea-GO), assegurando que o parque atende a todos os protocolos vigentes.

Dinâmica de funcionamento e férias de julho

A reabertura nesta sexta-feira foi estrategicamente pensada para absorver a alta demanda do recesso escolar. O Parque Mutirama continua sendo uma das raras opções de lazer em grande escala com acesso facilitado para a população de diversas regiões de Goiânia e da Região Metropolitana.

A administração municipal orienta que os visitantes cheguem cedo para evitar longas filas nos portões de acesso e nos brinquedos mais concorridos. A expectativa é de capacidade máxima já neste primeiro final de semana, com um esquema especial de segurança envolvendo a Guarda Civil Metropolitana (GCM) e agentes de trânsito para organizar o fluxo de veículos e pedestres nas imediações do parque, no Centro da cidade.

O retorno do Mutirama não é apenas a devolução de um espaço de brincadeiras, mas o resgate de um patrimônio cultural e afetivo que faz parte da memória de gerações de goianos.

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