segunda-feira, 16 de fevereiro de 2026

Síndico e filho suspeitos de matar corretora são transferidos para presídio em Caldas Novas

Júnior Silva

Júnior Silva

Publicado em: 13/02/26 – 09:34

Síndico e filho suspeitos de matar corretora são transferidos para presídio em Caldas Novas

Júnior Silva

Júnior Silva

Publicado em: 13/02/2026
09:34

A Justiça de Goiás autorizou a **transferência do síndico do prédio onde a corretora Daiane Alves Souza desapareceu — Cléber Rosa de Oliveira, de 50 anos — e de seu filho Maykon Douglas de Oliveira, de 30 anos, para a Unidade Prisional de Caldas Novas, onde permanecerão à disposição da Justiça enquanto o processo que apura o homicídio segue em andamento. A mudança de local de custódia foi oficializada nesta quinta-feira (12 de fevereiro de 2026).

A transferência ocorre após a confirmação da participação dos dois no caso que chocou Goiás: o corpo de Daiane foi localizado em 28 de janeiro de 2026 em uma área de mata fechada nos arredores de Caldas Novas, e exames de DNA confirmaram se tratar dela, que estava desaparecida desde 17 de dezembro de 2025 após registrar um vídeo informando sobre uma queda de energia em seu apartamento. Desde então, uma força-tarefa policial vinha investigando o desaparecimento, que evoluiu para linha de homicídio.

Cléber e Maykon já haviam sido presos meses antes com base em indícios de envolvimento no crime e permaneciam em unidades de custódia provisória enquanto a Justiça analisava os pedidos de prisão preventiva. A transferência foi requerida pelo Ministério Público de Goiás (MP-GO) e deferida pelo juiz responsável, que considerou a necessidade de adequação da custódia à complexidade do processo e à logística das diligências policiais e judiciais.

A mudança para o presídio em Caldas Novas também atende a critérios de segurança e operacionalidade, uma vez que a cidade abriga a maior parte das diligências e audiências relacionadas ao caso, facilitando o acesso de delegados, promotores e defensores públicos aos detidos durante a fase de instrução penal. Autoridades afirmaram que a decisão não altera o regime de custódia — ambos continuam em prisão preventiva — nem implica em juízo antecipado sobre a culpa, que será decidido ao fim da tramitação processual.

Em depoimentos já colhidos à Polícia Civil, elementos de prova, perícias e análise de imagens indicaram envolvimento direto dos dois no homicídio, embora detalhes sobre a motivação e a dinâmica dos fatos ainda estejam sendo aprofundados pela investigação. A 19ª Delegacia Regional de Polícia Civil de Caldas Novas segue com a apuração sob supervisão do MP-GO, que já manifestou intenção de oferecer denúncia formal nos próximos meses.

A família da vítima acompanha com atenção os desdobramentos, enquanto a sociedade local segue impactada pelo caso que ganhou repercussão nacional. Autoridades ressaltam que a transferência dos suspeitos para uma unidade prisional mais próxima das diligências deve contribuir para agilizar atos processuais e permitir maior controle sobre a movimentação dos acusados.

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