Ao todo, foram cumpridos nove mandados de busca e apreensão nas cidades de Goiânia e Anápolis.
As investigações apontam que dois gestores da agência são suspeitos de envolvimento em irregularidades na contratação de construtoras com recursos do Fundo Protege Goiás.
De acordo com o Grupo de Atuação Especial do Patrimônio Público (GAEPP), há indícios de falhas na seleção de projetos, pagamentos indevidos e possível favorecimento de empresas. A Justiça determinou o afastamento temporário dos investigados.
O Ministério Público esclareceu que as irregularidades apuradas não estão relacionadas à gestão geral ou aos objetivos do programa habitacional, mas sim à conduta dos agentes públicos responsáveis pelos contratos sob investigação.
Em nota, a Agehab informou que a operação foi realizada com base em mandado expedido pela 5ª Vara da Fazenda Pública Estadual, a pedido do MPGO. O órgão destacou que a investigação não compromete os programas habitacionais em andamento.
Ainda segundo a agência, os servidores envolvidos foram demitidos e todos os documentos solicitados já foram disponibilizados à Justiça. A Agehab afirmou que segue colaborando com as investigações para o esclarecimento dos fatos.