Ministro destaca impacto social do caso e afirma que prejuízos atingem os mais vulneráveis
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), André Mendonça, defendeu a prorrogação dos trabalhos da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) que investiga irregularidades no Instituto Nacional do Seguro Social. Segundo ele, um caso que envolve o suposto desvio de bilhões de reais não pode ficar sem uma resposta do Congresso Nacional.
A declaração aumenta a pressão política pela continuidade das investigações e reforça a cobrança por uma atuação mais efetiva das instituições diante da gravidade das suspeitas. Para o ministro, o impacto do caso vai além dos números, atingindo diretamente a população mais vulnerável do país.
Ao associar a dimensão financeira da fraude ao seu efeito social, Mendonça argumentou que os prejuízos recaem justamente sobre aqueles que mais dependem dos recursos do INSS, como aposentados e beneficiários de programas sociais.
A manifestação também amplia a repercussão política do tema, ao sugerir que a ausência de uma resposta do Congresso seria insuficiente diante da magnitude do caso. A CPMI investiga possíveis irregularidades e busca esclarecer responsabilidades no suposto esquema de desvios.