segunda-feira, 16 de fevereiro de 2026
A Justiça do Maranhão decidiu manter a maior parte das prisões da Operação Tântalo II, mesmo após parecer da cúpula do Ministério Público favorável à soltura dos investigados. 📅 A decisão foi tomada nesta segunda-feira (12/01) pela desembargadora Graça Amorim, do TJMA, um dia após promotores do Gaeco pedirem exoneração coletiva em protesto contra o posicionamento da Procuradoria-Geral.
imagem retirada da internet

Justiça do Maranhão mantém prisões da Operação Tântalo II após crise no Ministério Público

Júnior Silva

Júnior Silva

Publicado em: 14/01/26 – 22:18

Justiça do Maranhão mantém prisões da Operação Tântalo II após crise no Ministério Público

Júnior Silva

Júnior Silva

Publicado em: 14/01/2026
22:18
A Justiça do Maranhão decidiu manter a maior parte das prisões da Operação Tântalo II, mesmo após parecer da cúpula do Ministério Público favorável à soltura dos investigados. 📅 A decisão foi tomada nesta segunda-feira (12/01) pela desembargadora Graça Amorim, do TJMA, um dia após promotores do Gaeco pedirem exoneração coletiva em protesto contra o posicionamento da Procuradoria-Geral.
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A Justiça do Maranhão decidiu manter a maior parte das prisões decretadas no âmbito da Operação Tântalo II, um dia após promotores do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) pedirem exoneração coletiva em protesto contra parecer da cúpula do Ministério Público favorável à soltura dos investigados.

A decisão foi proferida nesta segunda-feira (12/1) pela desembargadora Graça Amorim, da 3ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA). A magistrada analisou os pedidos de liberdade apresentados pelas defesas, bem como o parecer do Ministério Público do Maranhão (MPMA), que defendia a substituição das prisões por medidas cautelares.

Apesar do posicionamento da Procuradoria-Geral de Justiça, a desembargadora entendeu que, no atual estágio das investigações, a manutenção das prisões é necessária para resguardar a ordem pública, evitar interferências na apuração e impedir a reiteração das práticas criminosas atribuídas ao grupo investigado.

A decisão ocorre em meio a uma crise interna no Ministério Público. No domingo (11), promotores do Gaeco solicitaram exoneração coletiva, alegando que o parecer favorável à soltura dos presos contrariava o trabalho técnico desenvolvido pela equipe e enfraquecia o combate ao crime organizado no estado.

A Operação Tântalo II investiga um esquema de desvios de aproximadamente R$ 56 milhões no município de Turilândia. Com a decisão do TJMA, foram mantidas as prisões preventivas, as prisões domiciliares com monitoramento eletrônico impostas a vereadores, além do afastamento de cargos públicos, suspensão de atividades econômicas e outras medidas cautelares já determinadas no curso do processo.

As investigações seguem em andamento, sob acompanhamento do Poder Judiciário e das autoridades responsáveis.

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