segunda-feira, 16 de fevereiro de 2026
Cléber Rosa de Oliveria, síndico do prédio onde Daiane Alves de Souza morava foi preso temporariamente suspeito de homicídio e ocultação de cadáver, segundo a Polícia Civil.

Exame de DNA confirma que corpo encontrado em área de mata é da corretora assassinada em Caldas Novas

Júnior Silva

Júnior Silva

Publicado em: 03/02/26 – 09:54

Exame de DNA confirma que corpo encontrado em área de mata é da corretora assassinada em Caldas Novas

Júnior Silva

Júnior Silva

Publicado em: 03/02/2026
09:54
Cléber Rosa de Oliveria, síndico do prédio onde Daiane Alves de Souza morava foi preso temporariamente suspeito de homicídio e ocultação de cadáver, segundo a Polícia Civil.

As investigações sobre o caso que chocou Caldas Novas ganharam um desfecho técnico importante: a identificação por DNA do corpo encontrado em uma área de mata, a cerca de 15 km da zona urbana, confirmou que se trata de Daiane Alves Souza, de 43 anos, corretora de imóveis que estava desaparecida desde o final de 2025. O exame foi realizado pelos peritos da Polícia Científica de Goiás (PCI-GO), que utilizaram material dentário e comparação genética com familiares para chegar à conclusão oficial.

O corpo da vítima havia sido localizado em 28 de janeiro de 2026, após 47 dias de buscas, em uma região de mata fechada às margens da rodovia GO-213. Devido ao estado avançado de decomposição em que foi encontrado — com restos ósseos predominando — o exame de DNA foi essencial para a identificação, que se tornou determinante para confirmar oficialmente o fim da busca pela corretora.

Desde o início das investigações, a Polícia Civil de Goiás manteve a linha de trabalho de apurar um possível homicídio, considerando que Daiane havia desaparecido após gravar um vídeo dizendo que desceria ao subsolo do prédio onde morava para verificar uma queda de energia. Imagens de câmeras mostraram a corretora entrando no elevador e descendo ao subsolo, mas não há registros dela saindo do edifício posteriormente.

Com a confirmação do DNA, as autoridades reforçam o foco da investigação criminal. O síndico do condomínio, Cléber Rosa de Oliveira, e seu filho, Maykon Douglas de Oliveira, haviam sido presos em conexão com a morte da corretora, com a Polícia Civil indicando envolvimento direto deles no crime e na ocultação do corpo. As prisões seguem mantidas, e o caso agora avança para etapas de instrução penal e corroborar evidências que ligam os suspeitos ao homicídio.

A corporação continua a coletar e analisar provas, incluindo depoimentos e material pericial adicional, enquanto o Ministério Público e a Justiça avaliam os próximos passos do processo, que poderá culminar em denúncia formal e futura audiência de instrução e julgamento.

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