quarta-feira, 14 de outubro de 2026
A partir de outubro, pacientes com câncer de pulmão poderão ter acesso a três novos medicamentos pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

SUS começa a oferecer três medicamentos de alto custo contra o câncer de pulmão

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Francisco Félix

Publicado em: 01/09/26 – 11:15

SUS começa a oferecer três medicamentos de alto custo contra o câncer de pulmão

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Francisco Félix

Publicado em: 01/09/2026
11:15
A partir de outubro, pacientes com câncer de pulmão poderão ter acesso a três novos medicamentos pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

Pacientes com câncer de pulmão terão acesso, a partir de outubro, a três novos medicamentos de alto custo por meio do Sistema Único de Saúde (SUS).

Os medicamentos brigatinibe, gefitinibe e durvalumabe serão incorporados gradualmente à rede pública e estarão disponíveis para pacientes que atendam às indicações clínicas estabelecidas para cada tratamento.

Na rede privada, alguns desses medicamentos podem representar um custo superior a R$ 600 mil por ano, dependendo do tratamento e das condições clínicas do paciente.

Cerca de 1,9 mil pacientes serão atendidos inicialmente

Segundo o Ministério da Saúde, aproximadamente 1,9 mil pacientes deverão ser contemplados inicialmente com a nova oferta.

A incorporação faz parte da Assistência Farmacêutica Oncológica (AF-Onco), política que prevê a disponibilização de 23 tratamentos de alto custo para diferentes tipos de câncer.

A estimativa do governo é que, ao longo da implementação da política, mais de 100 mil pessoas em todo o país possam ser beneficiadas.

Tratamentos de alto custo chegam à rede pública

A inclusão dos medicamentos busca ampliar o acesso a terapias consideradas importantes para o tratamento de diferentes tipos e estágios do câncer de pulmão.

A disponibilização será feita de forma gradual, seguindo os critérios clínicos e protocolos definidos pelo SUS para cada medicamento.

A medida representa uma ampliação da oferta de tratamentos oncológicos na rede pública e reduz, para os pacientes que se enquadram nos critérios, a necessidade de arcar diretamente com medicamentos que podem ter custo elevado no setor privado.

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