As mobilizações do Dia do Trabalhador em São Paulo foram marcadas por baixa adesão e divisão entre os grupos participantes neste ano.
Com a Avenida Paulista ocupada por manifestantes ligados ao grupo Patriotas do QG, movimentos de esquerda acabaram realizando atos descentralizados em diferentes pontos da cidade.
A principal concentração ocorreu na Praça Roosevelt, reunindo manifestantes em defesa de pautas trabalhistas e sociais.
Entre as principais reivindicações estavam o fim da escala 6×1, o combate ao feminicídio no estado, a regulamentação do trabalho por aplicativos e a valorização do salário mínimo.
Apesar da importância histórica da data, os atos deste ano registraram participação reduzida em comparação com anos anteriores, refletindo um cenário de fragmentação dos movimentos.
