O Ministério Público Federal (MPF) arquivou recentemente um procedimento que investigava o ex-presidente Jair Bolsonaro e integrantes de sua família. A decisão foi tomada por ausência de provas que sustentassem as acusações apresentadas.
A apuração teve início após o recebimento de uma denúncia anônima encaminhada ao órgão no ano passado. No documento, o ex-presidente e familiares eram acusados de uma série de supostos crimes, entre eles genocídio durante a pandemia, envolvimento com milícias, tráfico de drogas, corrupção, uso indevido da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), prática de “rachadinhas”, envenenamento de autoridades, perseguição política e atentados à ordem democrática.
Após análise preliminar das alegações e dos elementos apresentados, o MPF concluiu que não havia indícios mínimos que justificassem a continuidade da investigação, determinando o arquivamento do caso.
O arquivamento não implica julgamento de mérito sobre os fatos narrados, mas indica que, no estágio atual, não foram identificadas provas suficientes para dar prosseguimento às apurações no âmbito do órgão.
Até o momento, não houve manifestação pública adicional do ex-presidente sobre o arquivamento específico desse procedimento.


