segunda-feira, 16 de fevereiro de 2026
Uma operação da Polícia Civil impediu um possível ataque na Avenida Paulista. Investigados discutiam ações violentas em uma comunidade virtual e planejavam causar tumulto, segundo a SSP. As autoridades reforçam o papel do monitoramento digital na prevenção de crimes.

Polícia Civil impede possível ataque na Avenida Paulista após monitoramento digital

Júnior Silva

Júnior Silva

Publicado em: 03/02/26 – 20:25

Polícia Civil impede possível ataque na Avenida Paulista após monitoramento digital

Júnior Silva

Júnior Silva

Publicado em: 03/02/2026
20:25
Uma operação da Polícia Civil impediu um possível ataque na Avenida Paulista. Investigados discutiam ações violentas em uma comunidade virtual e planejavam causar tumulto, segundo a SSP. As autoridades reforçam o papel do monitoramento digital na prevenção de crimes.

A Polícia Civil de São Paulo deflagrou, nesta segunda-feira (2), uma operação para impedir um possível ataque na Avenida Paulista, uma das regiões mais movimentadas da capital. A ação foi conduzida pelo Núcleo de Observação e Análise Digital (Noad), após o monitoramento de movimentações suspeitas em redes sociais.

Segundo a Secretaria de Segurança Pública (SSP), ao menos 12 pessoas foram levadas a delegacias para prestar esclarecimentos. O grupo estaria articulando uma mobilização prevista para o início da tarde, com o objetivo de causar tumulto na região.

De acordo com o secretário de Segurança Pública, Osvaldo Nico, os investigados não apresentavam uma pauta definida. Em entrevista à imprensa, ele afirmou que a intenção do grupo era apenas provocar desordem e instabilidade no local.

O delegado-geral da Polícia Civil, Artur Dian, informou que a investigação contou com o apoio de forças policiais de todas as capitais do país. As apurações identificaram que os suspeitos integravam uma comunidade virtual com mais de 7 mil participantes, onde eram debatidas ações violentas em diferentes estados.

Ainda segundo Dian, o plano específico para São Paulo incluía estratégias para dificultar a identificação por policiais, possível uso de bloqueadores de sinal de celular e até ataques com coquetéis molotov.

Os detidos confirmaram participação na comunidade online, mas alegaram que as mensagens e discussões sobre o suposto ataque não passariam de uma “brincadeira”. O caso segue sob investigação.

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